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Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Dar valor ao que é nosso...

Qual de nós nunca suspirou pelo que não tem, pelo que é do outro?

Muitas vezes, e isto é um lugar comum, andamos tão distraídos a desejar o que não temos que nos esquecemos completamente de valorizar o que é nosso... e isto pode acontecer em tudo na nossa vida...

Chega-se ao ponto de invejar a casa, o carro, as férias e pior ainda o marido, os filhos ou a família dos outros. Tudo é passível de ser invejado, o problema é que só se invejam as coisas boas das outras pessoas e não se perde tempo a perceber o que elas trabalharam e se esforçaram para terem o que têm, por um lado e por outro, podem aparentemente ter "coisas" que nós não temos mas podem não ser também felizes porque lhes falta aquilo que de facto torna as pessoas felizes.

Como ouvi um dia alguém dizer: "O dinheiro não é tudo, mas sempre é melhor estar deprimida em Paris do que na Amadora" (sei lá eu bem porquê... não conheço assim tão bem a Amadora, mas a verdade é que adoro Paris... aliás o meu sonho ainda é fazer uma viagem romântica a Paris...). Mas voltando ao que interessa, de facto o dinheiro ajuda, mas se não nos amarmos em primeiro lugar e se não amarmos a vida e os outros, não há dinheiro que nos faça felizes.

O que realmente importa, digo eu, é dar importância às coisas simples da vida. De pouco ou nada adianta dar valor às coisas exageradas e dramáticas da vida.

A felicidade pode e deve ser encontrada na simplicidade e na humildade.

Importante mesmo é dar valor ao que se pode alcançar e ao que já se conquistou, valorizar o que se tem, ao invés de desejar o que no momento não se pode ter.

É uma arte e tanto, ficar feliz com o que se tem!
Pode ser um desafio, mas garanto-vos que vale a pena.

Sejam Felizes!!!

Cartas de amor...

Quem é que, hoje em dia, ainda escreve cartas de amor?

Porque é que se têm vindo a perder gestos tão bonitos como este?

É tão lindo escrever cartas de amor e, mais ainda, recebê-las (e já recebi, em tempos, lindas cartas de amor que me encheram o coração e as quais recordo até hoje)...

Eu, confesso-vos, que adoro escrever (nota-se...), e cartas de amor também. Por essa razão, tenho escrito, ultimamente várias cartas de amor, embora elas não cheguem ao destinatário, pelas razões que já vos apresentei, mas não faz mal... escrever, por si só, para mim é muito gratificante e pode ser que um dia a pessoa em questão tenha oportunidade de as ler.

Amar é libertar, é dar sem esperar algo em troca, não implica retorno, até porque não mandamos nos nossos sentimentos (e por vezes dava muito jeito que pudéssemos mandar, evitava muita dor e sofrimento).

Também escrevo cartas, ou melhor, cadernos inteiros, de declarações de amor ao meu filho, para que um dia ele possa ler e saber que o amo incondicionalmente desde que soube da sua existência, no meu ventre.

Enfim, escrevo cartas de amor a todos os que amo, embora nem todos os destinatários as leiam, mas o que interessa é que o faço com gosto, apenas pelo prazer que me dá.

Digo-vos que é um hábito muito gratificante e no meu caso, enche-me o coração.

Experimentem e sejam Felizes...