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Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Que saudades...

Que saudades tenho do meu pequeno príncipe! Que saudades...

Estou ansiosa para o poder abraçar, dar-lhe muitos beijinhos e todos os mimos possíveis.

Uma semana afastados e o resultado é este... infinitas saudades!

Por melhor que tenham sido estes dias dedicados apenas a mim, filho é filho e não há nada a fazer... as saudades apertam e não há nada, nem alguém que substitua estes seres tão especiais, gerados no nosso ventre.

É uma ligação tão forte que não existem as palavras perfeitas para a definir.

Mas amanhã já estaremos juntos, se Deus quiser, e este fim de semana não haverá quem nos separe... assim espero.

Perdoem-me mais este desabafo de mãe babada e apaixonada pela sua cria, mas qual de vós, que também é pai ou mãe, nunca se sentiu assim???

Eu sei... sou exageradamente lamechas e quando gosto, gosto mesmo e não me inibo de o dizer. Mas para quê guardar os sentimentos para nós, especialmente os bons. Porque não dizer às pessoas que amamos o quanto gostamos delas e o quanto são importantes na nossa vida?

Nesta matéria, prefiro pecar por excesso do que por defeito e que nunca me invada o remorso de já não ir a tempo... de ser tarde demais.

Vale o que vale, mas a minha sugestão, se é que me permitem, (se não permitirem, cá vai na mesma) é que expressem sempre os vossos sentimentos, pois só terão a ganhar com isso.

Espalhem amor e sejam Felizes!!!

Ser mãe...

Ser mãe é de facto uma dádiva e é a melhor coisa do mundo.

Já vos tenho dito (mãe lamechas e babada... assumo) que amo incondicionalmente o meu filho e tenho um orgulho infinito nele, mas nada como a "separação" para reflectir melhor sobre os sentimentos, as atitudes e as emoções e estes dias longe dele têm servido para isso mesmo.

Esta tendência tão comum de valorizarmos em demasia o que perdemos em vez de nos centrarmos exclusivamente no que de maravilhoso temos, chega a ser, é o que sinto, irritante e sinal de burrice. Centramo-nos tantas vezes nas pessoas que, de uma forma ou de outra, deixaram ou quiseram deixar de fazer parte da nossa vida, que não damos a atenção devida a quem tanto nos ama e quer bem e está incondicionalmente do nosso lado. Chega a ser doentio.

Tento sempre desfrutar, o mais que posso e sei, todos os momentos que passo com o meu filho, mas agora que aproveitei esta ausência dele, nomeadamente, para reflectir um pouco, com todo o amor e saudades que ele demonstra ter por mim estando de férias e a divertir-se, dei por mim a pensar que tenho sido uma idiota... Porquê sentir-me triste quando sou tão amada e de uma forma também incondicional (é o que sinto e há que aproveitá-lo enquanto assim é) pelo ser maravilhoso que gerei?

É nestes momentos que me sinto uma verdadeira idiota (embora tenha consciência que não sou das piores) por desperdiçar tanto tempo da minha vida a sofrer com questões que já só existem na minha cabeça em vez de aproveitar para ser sempre feliz com os que me amam e que eu tanto amo também, principalmente com o meu príncipe!

Desejo que a lição aprendida nestes dias em que estive longe do meu filho me faça dar um "salto qualitativo" e viver melhor, aproveitando com mais intensidade todo o tempo que passo com ele e com os que mais amo e que também me amam... e são muito mais do que eu pensava!

O amor que damos e que recebemos é o que de mais valioso temos na vida... há que reconhecer e aproveitar o mais possível!

Amem muito e sejam felizes!!!