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Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Os dias não são todos iguais...

Lamentavelmente, ou talvez não, os dias não são todos iguais...

Quando estamos bem e felizes queremos que o estado perdure até à eternidade, como se fosse possível..., e quando volta um dia em que nos sentidos com menos energia, mais nostálgicos e até tristes, invade o desânimo e perguntamos: "Porque é que tem que ser assim?", "Porque não são os dias todos iguais?".

É claro que não é possível, a resposta parece obvia. Não podemos estar sempre menos bem, porque há que reagir perante as adversidades e não é possível estar sempre bem porque na vida deparamo-nos com contrariedades às quais nem sempre conseguimos ficar indiferentes. A vida é mesmo assim...

O importante, é a minha opinião e nada mais do que isso, é desfrutarmos o mais que pudermos dos momentos de alegria e felicidade e quando nos invade a tristeza, a preocupação, a saudade ou outro qualquer sentimento que nos tira o ânimo e a energia, "trabalhar" para que passe depressa e rapidamente tudo volte à normalidade.

A vida é constituída por desafios e quando surgem a melhor opção é encará-los de frente e tentar ultrapassá-los da melhor forma possível e com dignidade.

Virar as costas não é o melhor remédio, aliás, não sinto sequer que seja a opção...

Há que encarar a vida e as dificuldades e acreditar sempre que amanhã será um dia melhor do que hoje e depois da tempestade vem a bonança. Seja lá isso o que for e quando for...

O importante é nunca desistir de viver e ser feliz!

Por isso... Sejam Felizes!!!

Que bom é amar...

Que bom é amar sem esperar algo em troca! Amar só pelo prazer que tal sentimento nos proporciona, sem estar preocupado com a recompensa ou reconhecimento!

Que bom é amar! Sentir o bater do coração, sentir a alegria de estar viva e poder desfrutar desse prazer com toda a pureza e simplicidade!

Que bom é amar a vida tal como ela se nos apresenta e enfrentar todas as dificuldades com amor e resignação!

Que bom é amar! Sentir amor por alguém, por todas as pessoas que são especiais na nossa vida, que tornam os nossos dias mais coloridos, que nos fazem ver o arco-íris nos dias de chuva. Que tornam todos os nossos dias especiais e diferentes, pelo simples facto de existirem!

Que bom é amar! Sentir amor por todos os seres, independente da sua raça ou credo e poder espalhar sorrisos e palavras de afecto por todos quantos se cruzam connosco!

Que bom é amar! Como é capaz de nos transformar a vida... e o sentido que lhe damos! Como é capaz de transformar toda a nossa existência!

Que bom é acordar com o coração cheio de amor!

QUE BOM É AMAR!!!

Declaração de Amor... (linda!)

Que linda declaração de amor!

Inspirem-se...

 

"Quem é que tem a sorte de ter um amor dele ou dela que ama ou que tem, seja amado ou amada? Tenho eu e conheço muitas pessoas que já têm ou que vão ter. Mas, tal como todos os outros apaixonados e todas as outras apaixonadas, desconfio, com calor na alma, que ninguém tem o amor que eu tenho pela Maria João, meu amor, minha mulher, minha salvação. O amor sai caro - medo de perdê-la, medo do tempo a passar, medo do futuro - mas paga-se sem se dar por isso. Mentira. Dá-se por isso só nos intervalos de receber, receber, receber e dar, dar, dar. Basta uma pequena zanga para parecer que todo aquele amor desmoronou: "Onde está esse teu apregoado amor por mim (de mãos nas ancas), agora que eu preciso dele?" Quanto maior o amor, mais frágil parece. Quanto maior o amor, mais pequeno é o gesto que parece traí-lo. Mas com que alegria nos habituamos a viver nesse regime de tal terror! Maria João, meu amor: o barulho que faz a felicidade é ouvires-me a perder tempo a resmungar e a pedir que tudo continue exactamente como está, para sempre. Que nada melhore. Que não tenhamos mais sorte do que já temos. Que nada mude nunca, a não ser quando mudamos juntos. E que fiquemos sempre não só com o que temos mas um com o outro. É este o tempo que eu quero que dure, tu és o amor que eu tenho. Nunca te demores quando estás longe de mim, tem sempre cuidado, trata-te nas palminhas, que, cada vez que olho para ti, o meu coração cresce e eu amo-te cada vez mais."

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Público' (14 Fevereiro 2013)

Aprender de Cor quem Amamos...

"Comportamo-nos como se as pessoas de quem gostamos fossem durar para sempre.

Em vida não fazemos nunca o esforço consciente de olhar para elas como quem se prepara para lembrá-las. Quando elas desaparecem, não temos delas a memória que nos chegue. Para as lembrar, que é como quem diz, prolongá-las. A memória é o sopro com que os mortos vivem através de nós. Devemos cuidar dela como da vida. Devemos tentar aprender de cor quem amamos. Tentar fixar. Armazená-las para o dia em que nos fizerem falta. São pobres as maneiras que temos para o fazer, é tão fraca a memória, que todo o esforço é pouco. Guardá-las é tão difícil.

Eu tenho um pequeno truque. Quando estou com quem amo, quando tenho a sorte de estar à frente de quem adivinho a saudade de nunca mais a ver, faço de conta que ela morreu, mas voltou mais um único dia, para me dar uma última oportunidade de a rever, olhar de cima a baixo, fazer as perguntas que faltou fazer, reparar em tudo o que não vi; uma última oportunidade de a resguardar e de a reter.

Funciona."

Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'

 

Funciona mesmo...

Podem experimentar para comprovar!!!

Só um Mundo de Amor pode Durar a Vida Inteira...

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.

Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".

O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".

Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.

O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.

Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino.

O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber.

O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.

Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Expresso'

 

Nem mais...

Sejam Felizes e Amem!!!

Mudança...

"O homem santo reuniu os seus amigos:

- Estou velho. - disse ele.

- E sábio - respondeu um dos amigos - Sempre te vimos rezando durante todo este tempo. O que conversas com Deus?

- No começo, eu tinha o entusiasmo da juventude: pedia a Deus que me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos, percebi que isto era impossível, então passei a pedir a Deus que me desse forças, mas para mudar quem estivesse à minha volta. Agora já estou velho, e a minha oração é muito mais simples. Peço a Deus o que devia ter pedido desde o começo.

- O que pedes? - insistiu o amigo.

- Peço para que consiga mudar a mim mesmo."

Paulo Coelho

 

A mudança tem que começar em nós... Se cada um fizer a sua parte, todos juntos podemos, aí sim, mudar a humanidade!

Sejam Felizes!!!

Amo-te...

"Talvez não seja próprio vir aqui, para as páginas deste livro, dizer que te amo. Não creio que os leitores deste livro procurem informações como esta. No mundo, há mais uma pessoa que ama. Qual a relevância dessa notícia? À sombra do guarda-sol ou de um pinheiro de piqueniques, os leitores não deverão impressionar-se demasiado com isso. Depois de lerem estas palavras, os seus pensamentos instantâneos poderão diluir-se com um olhar em volta. Para eles, este texto será como iniciais escritas por adolescentes na areia, a onda que chega para cobri-las e apagá-las. É possível que, perante esta longa afirmação, alguns desses leitores se indignem e que escrevam cartas de protesto, que reclamem junto da editora. Dou-lhes, desde já, toda a razão. Eu sei. Talvez não seja próprio vir aqui dizer aquilo que, de modo mais ecológico, te posso afirmar ao vivo, por email, por comentário do facebook ou mensagem de telemóvel, mas é tão bom acreditar, transporta tanta paz. Tu sabes. Extasio-me perante este agora e deixo que a sua imensidão me transcenda, não a tento contrariar ou reduzir a qualquer coisa explicável, que tenha cabimento nas palavras, nestas pobres palavras. Em vez disso, desfruto-a, sorrio-lhe. Não estou aqui com a expectativa de ser entendido. Eu próprio procuro ainda essa compreensão. Estou aqui apenas com o meu rosto, o meu olhar parado, a minha figura. Tudo aquilo que tenho para dizer está por detrás dessa imagem. Hoje, esse é o alfabeto com que realmente escrevo, o significado. Escrevo também com uma grande quantidade de elementos invisíveis, que chegam à pele e a atravessam. É dessa forma que sinto aquilo que tenho para dizer, pele e para lá da pele.
Os teus pais vão ler estas palavras, que embaraçoso. A minha mãe, as minhas irmãs e as minhas sobrinhas vão ler estas palavras e vão pensar: passou-se. Consigo imaginar todas essas reacções, mas não consigo evitar que este texto continue a dizer que te amo. Sei que os outros apenas nos poderão ver com os seus próprios olhos. Para eles, seremos qualquer memória, qualquer impressão, um reflexo daquilo que eles próprios sabem, personagens de uma espécie de telenovela. A grande diferença é que nós somos nós e temos este agora imenso, este verbo no presente. Talvez fosse mais confortável, se dispusesse de um verbo mais sofisticado, menos gasto: liquefazer, maturar, discernir. Um tempo verbal mais complexo: se eu te tivesse liquefeito, se eu te tivesse maturado, se eu te tivesse discernido. Talvez. Nunca saberei porque aquilo que tenho para dizer é este verbo, este presente do indicativo de escola primária. Na sua simplicidade, encandeia e, no entanto, diz tão pouco. Mesmo tentando, transmito-lhes pouco ao informá-los que te amo. Não ficam a saber mais do que se lhes dissesse que me alimento, respiro, existo. E não podem sequer ter a certeza de que eu dependa dessas necessidades vitais. Talvez seja melhor assim, continuem debaixo do guarda-sol, do pinheiro de piqueniques, olhem em volta, virem a página. Talvez seja preferível que a imensidão deste momento não os perturbe, que se mantenha onde está, invisível e tão concreta nas cores da paisagem, nomeada por estas palavras que não a dizem e que, no entanto, existem, impressas, pouco ecológicas e, ainda assim, feitas de uma natureza única, a natureza, que nasce da terra, que se estende no céu, sol, lua, oceano, montanhas, que determina o dia e a noite, a passagem das estações, a idade, e que está contida numa só palavra, num só verbo, que abrigo no meu rosto, que é transparente no meu olhar e que agora, aqui, nas páginas deste livro, preciso de dizer. Talvez não seja próprio dizê-lo aqui, mas talvez seja ainda menos próprio escrevê-lo em todas as paredes da cidade, esculpir precipícios com essa verdade ou rasgar o peito com uma faca e, com a ponta dessa mesma faca, gravá-lo dentro de mim, em sulcos profundos, com o tamanho deste agora."

José Luís Peixoto, in 'Abraço'

 

O Pior Medo é o Medo de Nós Próprios...

"O medo é muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma série de coisas.

Claro que o medo também pode ser positivo, em certa medida ajuda a que se equilibrem alguns elementos e se tenham certas coisas em consideração, mas na maior parte dos casos é negativo, é algo que nos faz mal.

(...) O pior medo é o medo de nós próprios e a pior opressão é a auto-opressão.

Antes de se tentar lutar contra qualquer outra coisa, penso que é importante lutarmos contra ela e conquistarmos a liberdade de não termos medo de nós próprios."

José Luís Peixoto, in 'Diário de Notícias (2003)'

Onde está a felicidade...

Quando procuramos a felicidade fora de nós estamos cada vez mais longe de a alcançar.

É um erro convercermo-nos que só seremos felizes se tivermos aquela pessoa ao nosso lado, se tivermos aquela casa, aquele carro, isto ou aquilo... aquele trabalho,... enfim, enquanto assim pensarmos não seremos de facto felizes e viveremos sempre a "suspirar" pelo que não temos e gostaríamos de ter.

O segredo está em sermos felizes apenas connosco próprios, com o que somos e com o que temos, tentando sempre melhorar mas não vivendo a angústia de não o conseguir... afinal nenhum de nós é perfeito!

Posso apenas falar da minha experiência, mas digo-vos que é muito mais fácil dizer, do que conseguir tudo isto. Das questões materiais eu até me distancio com alguma facilidade, consigo perceber que não são a essência da minha felicidade apesar de contribuírem para o meu conforto e bem estar, mas já no que diz respeito às pessoas o caso muda de figura... sempre senti que para ser feliz teria que sentir o amor e a presença das pessoas que para mim eram as mais importantes do mundo e só agora, com a dor, é que finalmente estou a aprender que a pessoa mais importante do mundo, para mim, sou eu própria, pois a minha vida depende sempre, em primeira instância, de mim e, tal como me disseram um dia, sou a única pessoa com quem posso contar incondicionalmente até ao final dos meus dias.

Isto pode parecer até cruel, mas é a mais pura verdade porque à excepção de nós próprios, nada na nossa vida é garantido, tudo pode ser passageiro... rigorosamente tudo!

É, a vida é mesmo assim, e quanto mais cedo tomarmos consciência disso mais cedo podemos alcançar a felicidade que, julgo, todos ambicionamos.

Nestes últimos meses aprendi a amar-me em primeiro lugar e a ser feliz independentemente das circunstâncias. Não tem sido um processo fácil, mas agora que já sinto alguns resultados posso assegurar-vos que é maravilhoso... é uma sensação de liberdade indescritível!

É claro que isto não significa que queira estar só ou não queira partilhar a minha vida com alguém, pelo contrário, mas significa que tal facto já não condiciona a minha alegria e a minha felicidade, pode é complementá-la!

Vale a pena o esforço!!!

Lutar pela felicidade vale sempre a pena!

Aprendi com o Mestre dos Mestres que...

Muito profundo... ensinamentos simples mas a seguir para quem procura a paz e a felicidade!

 

"Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios.

Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas ideias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.

Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anónimas se escondem os segredos da felicidade.

Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima.

E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.

Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores.

Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão.

Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível"

Augusto Cury