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Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Renascer aos 40

Para os que depois dos 40 começam uma vida nova... e para todos os outros também... "Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre..., tal é a lei."

Sinais de alarme...

E a família, como vai?
Todos nós já ouvimos esta pergunta e talvez tenhamos dado aquela resposta automática: "tudo bem", sem compromisso com a verdade.
No entanto, é importante refletir um pouco antes de responder.
Fazendo uma avaliação superficial é possível ter a impressão de que está tudo bem, pois é mais fácil admitir isso do que constatar o contrário e ter que tomar providências sérias.
Como a base de sustentação do lar é o casal, vamos voltar sobre ele a nossa atenção, por alguns instantes.
A rotina diária muitas vezes arrasta-nos tão depressa que nem nos damos conta de que algo não está bem, e vamos deixando para pensar nisso depois. E o depois nunca chega.
Infelizmente, muitos casais só se dão conta disso quando um dos dois pede o divórcio, ou simplesmente abandona a família.
Para aqueles que desejam, sinceramente, levar adiante o bendito compromisso do casamento, há alguns sinais de alarme que podem informar a situação de dificuldade antes que a união conjugal se desfaça:
- Silêncios injustificáveis quando o casal está junto;

- Tédio inexplicável ante a presença do companheiro ou da companheira;
- Ira disfarçada quando o marido ou a esposa emite uma opinião;
- Saturação dos temas habituais tratados em casa, e fuga para leituras intermináveis de jornais ou inacabáveis novelas ou programas de televisão;
- Irritação gratuita sempre que se aproxima do lar;
- Desinteresse pelos problemas do outro;
- Falta de intercâmbio de opiniões, de diálogo constante;
- Atritos repetidos que desencadeiam discussões irritadiças, capazes de provocar agressões desta ou daquela maneira;
Esses e outros tantos sinais de alarme indicam que a relação está doente e precisa de socorro urgente.
Portanto, antes que as dificuldades abram abismos intransponíveis e os espinhos da incompreensão produzam feridas de difícil cicatrização, é justo assumir atitudes nobres e tomar providências para sanar os males.
Assumir a honestidade, que manda abrir o coração, um para o outro, e permite corrigir as deficiências e reorganizar o campo da afeição.
É natural que surjam desacertos, mas, ao invés da indiferença ou da separação, busquemos o reajustamento.
Não permitir que o cansaço, a acomodação, a apatia acabem destruindo os laços do afeto, necessários à manutenção do lar.
Um pouco de compreensão, tolerância, renúncia e amizade são antídotos eficazes para um matrimônio enfermo.
É importante considerar que a pessoa que escolhemos para formar connosco um lar, é alguém que precisa da nossa ajuda, do nosso ombro amigo, do nosso mais puro afeto.
É preciso, tantas vezes, deixar o egoísmo de lado, o orgulho, o ciúme tolo, e pensar na felicidade real da família, para que possamos sentir que, de fato, a nossa família vai bem...

Para que o casamento dê certo, não é preciso que o marido e a mulher olhem em demasia um para o outro, a fim de perceber e apontar defeitos e dificuldades.
Mas é necessário que ambos olhem na mesma direção e mantenham acesa a chama do mesmo ideal. O ideal de construir um mundo melhor a partir da própria família.

É fundamental NUNCA esquecer isto para manter a felicidade e a união familiar e do casal!!!